O músico evangélico John Kanga, considerou no passado sábado, que a media evangélica “está se esforçando” para fazer um bom trabalho, mas observou, “ainda” não atingiu o nível desejado.
Para o artista, que falou ao Arautos da Fé a margem do lançamento de um novo portal, facto positivo é que assuntos que antes eram dominados por membros de uma denominação, hoje podem ser conhecidos por muitas pessoas.
Kanga, disse que gostaria de ver mais divulgado “com maior excelência” pelos média “tudo quanto tem haver com o Evangelho”.
Emanuel Coupastor, integrante do grupo Filhos do Ngana, referiu que a media evangélica “tem feito um bom papel, tem fortalecido e engrandecido os trabalhos tanto para músicos e não só”.
Para ele, nessa fase em que o governo está a encerrar igrejas, o foco da média devia ser este. “Nessa altura poderíamos parar de olhar nas placas denominacionais, no particular e em alguns feitos de algumas instituições ou pessoas particulares como músicos e olharmos para o bem, para a saúde da Igreja angolana que eu acho que está a ser perseguida pelo governo.”
Quanto a abrangência, Coupastor lamentou que Luanda ainda continua a ser mais privilegiada em detrimento de outras províncias.
“Conheço algumas províncias de Angola, me lembro que em 2014 o Hino Sanumbila esteve comigo numa actividade em Benguela no campo da lixeira e ele reclamou isso, que Luanda pensa que tudo de bom sai de lá.”
O músico GV Abençoado, da Huila, ilustrou, tornou-se conhecido porque passa na televisão de Luanda e não na do Lubango. “Ele vem aqui em Luanda e pública posta as coisas dele”. Referiu.
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