Mundo está em constantes e rápidas mudanças, o que obriga as organizações contemporâneas a se anteciparem a algumas mudanças se quiserem sobreviver.
Asso-Música, com o passivo que tem, deve perceber isso muito bem.
Um dos aspectos negativos, e o que mais interessa nesta reflexão, é que a associação sempre foi grande em termos estruturais e ineficaz em termos de resultados. Dito de outro modo, existem muitos cargos na associação, mas quando se avalia o desempenho global dela, deixa a desejar.
Mas isso não significa que todo mundo que tem cargo não trabalha. Não. Significa sim, que o bom desempenho das poucas pessoas sérias e comprometidas, acaba ofuscado.
Provavelmente alguém vai dizer que a Asso-Música tem uma nova direção e é cedo para se fazer a avaliação. Não concordo. A visão errada do passado persiste: a associação continua a agigantar-se, com a criação de muitos cargos em todas as estruturas.
Se no passado os recursos financeiros para manter a associação a funcionar já eram escassos e agora com a crise que o país atravessa? Fica mais difícil mantê-la funcional.
Algumas pessoas, poderão de coração aberto colocar os seus recursos materiais e não só, ao serviço da associação, mas a realidade objetiva nos mostra que não será muita gente. Podemos prever já os resultados.
Também é verdade que organização muito grande se torna burocrática, logo ineficaz.
O recomendável é uma organização pequena em termos estruturais e a trabalhar com pessoas disponíveis e comprometidas. Mas é preciso não descurar que estas pessoas devem estar nos cargos por causa da sua capacidade e não apenas pela sua disponibilidade.
Revisar o estatuto da Asso-música é uma necessidade que não deve ser adiada por muito tempo. Os desafios do mercado musical são imensos e crescem todos os dias. Só a reforma pode tornar adequada aos desafios do momento.
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