O eclipse da graça – Philip Yancey

Philip Yancey chama os cristãos de volta ao cristianismo

o-eclipse-da-graca-philip-yanceyEm seu novo livro, escritor aborda a melhor forma de se comunicar a fé numa época de divisão e discórdia na sociedade.

O Evangelho de Cristo sempre foi conhecido como a boa-nova. No entanto, parece que nos últimos tempos as pessoas não têm percebido o cristão como o porta-voz dessa boa notícia. Numa época de divisão e discórdia, o reservatório da graça parece estar se esgotando. Por quê? E o que se pode fazer a respeito disso? É o que um dos principais autores cristãos da atualidade tenta explicar.

Em O eclipse da graça – onde foi parar a boa-nova do cristianismo?, o jornalista e escritor norte-americano Philip Yancey faz um balanço honesto das causas que provocam a hostilidade contra os cristãos e o afastamento daqueles que um dia frequentaram uma igreja.

“Fui motivado por minha preocupação com a posição e a fama dos cristãos no mundo moderno”; “Jesus nunca mandou que nos saíssemos bem em pesquisas de opinião, mas enquanto pondero a lista de termos que as pessoas empregam para descrever os cristãos, pergunto-me de que modo podemos atuar como sal e fermento numa sociedade que nos enxerga de forma tão negativa” comenta o autor, que conta histórias especialmente esclarecedoras sobre como a fé revelada é capaz de desarmar os críticos e fundamental para redescobrir o papel da Igreja no mundo pós-moderno.

Para isso, Yancey explora as razões da crescente incompreensão da sociedade em relação aos cristãos e apresenta alternativas de aproximação com aqueles que, na opinião dele, estão sedentos da graça de Deus.

Para chegar a tal propósito, o autor divide a obra em quatro partes. Em Um mundo com sede, Philip começa demonstrando a sua preocupação com uma Igreja que está falhando na missão de ministrar a graça a um mundo sedento dela. Na segunda parte, Ministradores da Graça, são apresentados modelos de como os cristãos poderiam melhorar essa situação, fixando em três grupos: peregrinos, ativistas e artistas.

Em seguida, É de fato uma boa-nova? o escritor traz à tona uma pergunta básica a que talvez os cristãos não deem a devida atenção. Por fim,Fé e Cultura retoma uma das pedras de tropeço da fé: o confuso papel dos cristãos num mundo plural. Yancey discorre sobre o envolvimento de cristãos com a política e mostra como isso sufocou a mensagem da boa-nova para todos.

Por qual razão, pesquisas mostram, cada vez mais, que os leigos veem os seguidores de Cristo não como portadores de boas notícias, mas de mensagens ruins? Por que a Igreja tem despertado tantos sentimentos negativos? O que tem contribuído para tamanha hostilidade contra os evangélicos? Estariam errando em sua abordagem para com aqueles que não compartilham a mesma fé? Em tal contexto, como poderiam corrigir a rota e comunicar a graça de modo realmente eficaz para uma sociedade cansada, que clama em suas necessidades e que tende ao pós-cristianismo?
Essas e outras perguntas são respondidas pelo autor numa abordagem esclarecedora, com rigor jornalístico e profundidade bíblica.

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